segunda-feira, 25 de outubro de 2010

UM VÍCIO CHAMADO RAVE

Neste final de semana, aconteceu a rave atmosfere e kaballah  em Canoas, grande Porto Alegre. Um mega evento, que reuniu milhares de pessoas.
Eu, não fui.  Tenho receio de ir e não aguentar a maratona de horas ouvindo o mesmo tipo de música.
Mas já estou me preparando para Playground, que será no dia 20 de Novembro, no parque da Expointer.  Esta com certeza será a rave do ano. É a mais esperada e desejada por todos meus amigos que gostam de rave.  Aliás, gostam não, são viciados!
Estou ansiosa para conhecer este mundo, onde pessoas vibram, dançam, pulam por horas e horas  sem cansar. E saem de lá, querendo mais... Conheço alguns que não perdem uma.
Mas há ainda, um grande preconceito: rave é para drogados. 
Não concordo com esta teoria.
Sei que rola de tudo sim. Mas nem todos usam. Tenho amigos que vão e aguentam sem tomar ou usar nada.
Acho que fato de já termos assistido muitas reportagens, mostrando mortes durante estas festas, faz com que algumas pessoas tenham este pensamento. Este preconceito que aos poucos acredito que vá diminuindo.
Já estou contando os dias para escrever sobre esta experiência que vou viver... e você? Que tal experimentar também???

5 comentários:

João Francisco Viégas disse...

TUNTI TUNTI TUNTI!!

PLAYGROUND!!! YEAH BABE!

hehehehehehehe

Qualquer festa boa vicia mesmo!
Eu curto a noite pra caramba!

Falei disso no meu blog e te citei lá também!

bjs!!

"Carol docE" disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
"Carol docE" disse...

Eu sou mais do que suspeita pra opinar sobre esse tema, pois eu adoro uma rave e inclusive me fiz presente na Kaballah (estava maravilhosa).

Nunca experimetei as 'doçuras', só as travessuras de me manter pulando por mais de 12h a base de água e energia.

Fritar pra mim é ficar naquele sol de rachar até deixar a tua pele tão vermelha que chega a dar inveja a qualquer camarão rsrsrsrs

Outro tipo de fritura advém do uso contínuo e cada vez maior das drogas que rolam dentro de uma festa de música eletrônica.
Mesmo que a revista seja feita na entrada dessas festas é praticamente impossível imaginar onde o pessoal possa esconder.

Não me importo com relação a quem busca nas drogas uma maneira de sair de órbita, pois a mim pouco importa o meio de transporte e sim o caminho em que se deseja chegar.

Para curtir uma rave eu opto pelo caminho do som. Busco na música toda e qualquer energia que eu possa seguir dançando.

Tinha meus preconceitos com relação aos tuntz tuntz, mas depois que fui na primeira rave eu viciei.

A Kelly certamente vai gostar, se tiver fôlego.

H.Brayan disse...

andava por aqui perto e lembrei-me de vc. vim deitar-te um abraço e um convite para visitar meu blog.

UHUUUU let's GOOOOO tuntz tuntz tuntz
acredito que o público para uma have é tão diverso quanto o publico de um show de rock ou qualquer outro lugar ... generalizar a massa é um erro... mas confesso ser uma imbecilidade tamanha os que não sabem aproveitar a festa sem acabarem quase morrendo pelas beiradas...enfim
até +

Anônimo disse...

Grande Kelly....

Preconceito sempre tem em qualquer festa ....pagode, gaudéria, sertaneja, hip-hop, infelizmente faz parte !!

quanto as drogas eu não aconselho ninguém ...mas que o barato é louco isso é !!!

minha humilde opinião : acho que tu irás te divertir muito, afinal de contas, existe festa chata estando junto dos amigos ?? não importa o ritmo, o horário, a roupa, a bebida....os amigos sim fazem a nossa festa boa ou ruím !!

vai dizer que tu nunca foi num bailão e curtiu horrores com a galera ?

capricha no protetor e na água !

enjoy the moment.......